Turismo de endorfina: a tendência de bem-estar que veio pra ficar

Turismo de endorfina: a tendência de bem-estar que veio pra ficar

O turismo de endorfina não é apenas uma forma de viajar, mas uma oportunidade de transformar a relação com o corpo, a mente e o ambiente ao redor. Em um mundo acelerado e digital, tirar um tempo para se movimentar, se reconectar com a natureza e viver experiências enriquecedoras pode fazer toda a diferença!

Mas o que seria esse tal de turismo de endorfina?

O turismo de endorfina não se limita a esportes radicais ou desafios físicos. Ele engloba qualquer experiência que desperte prazer e entusiasmo, estimulando a produção de endorfinas, neurotransmissores liberados durante atividades prazerosas.

E essas atividades englobam exercícios físicos, risadas, momentos de relaxamento e contato com a natureza. Quanto mais estimulamos essa produção, mais conseguimos aliviar o estresse, a ansiedade e até dores físicas. Por isso, cada vez mais pessoas buscam viagens que combinem movimento ao ar livre.

Vamos a exemplos de atividades que estimulam a produção de endorfinas?

1. Esportes radicais e aventura

  • Trilhas e caminhadas em montanhas.

  • Surfe, kitesurfe e stand-up paddle.

  • Mergulho e snorkeling.

  • Paraquedismo e bungee jumping.

  • Ciclismo em trilhas naturais.

2. Contato com a natureza

  • Banho de floresta (Shinrin-yoku).

  • Meditação ao ar livre.

  • Acampamento e observação de estrelas.

  • Visitas a cachoeiras e parques nacionais.

3. Relaxamento e bem-estar

  • Yoga e práticas de mindfulness.

  • Massagens terapêuticas e banhos termais.

  • Sessões de aromaterapia e meditação guiada.

4. Conexão cultural e social

  • Festivais de música e dança.

  • Gastronomia local e experiências sensoriais.

  • Interação com comunidades tradicionais.

E agora ótimas opções de destinos para o turismo de endorfina:

No Brasil:

  • Chapada dos Veadeiros (GO): trilhas, cachoeiras e um ambiente perfeito para meditação.

  • Bonito (MS): mergulho em rios cristalinos e contato com a natureza.

  • Jericoacoara (CE): kitesurfe, passeios de buggy e pôr do sol inesquecível.

  • Fernando de Noronha (PE): mergulho, praias paradisíacas e conexão total com a natureza.

No mundo:

  • Bali (Indonésia): yoga, surf e templos de meditação.

  • Queenstown (Nova Zelândia): esportes radicais e paisagens exuberantes.

  • Patagônia (Argentina/Chile): trilhas, montanhismo e imersão na natureza selvagem.

  • Alpes Suíços: esqui, caminhadas e águas termais.

Quer saber mais? Aqui estão três reportagens que exploram o conceito de turismo de endorfina:

Brain Rot: como encontrar equilíbrio em um mundo cada vez mais digital?

Brain Rot: como encontrar equilíbrio em um mundo cada vez mais digital?

Nunca estivemos tão conectados. E nunca consumidos tanto conteúdo, especialmente nas redes sociais. Como se não bastasse, a maioria destes conteúdos é superficial, banal e, por vezes, tóxica. Não à toa, a palavra do ano de 2024 – eleita pelo dicionário Oxford – foi brain rot ou "podridão cerebral".

E ela se refere justamente à deterioração mental e intelectual causada pelo consumo incessante desse tipo de conteúdo. O aumento de 230% no uso do termo (entre 2023 e 2024) sinaliza um despertar coletivo para os riscos de uma vida virtual cada vez mais intensa. Mas o que podemos fazer de diferente em 2025 para reverter esse quadro?
Antes de pensarmos juntos na solução, vamos conhecer melhor as consequências do brain rot?

  • Redução do foco: a exposição excessiva à mídia digital compromete a capacidade de concentração, dificultando a realização de tarefas que exigem atenção sustentada.

  • Diminuição do pensamento crítico: o consumo constante de conteúdos superficiais desgasta habilidades de pensamento profundo e analítico.

  • Aumento da ansiedade e do estresse: o ritmo acelerado da vida digital sobrecarrega o sistema nervoso, intensificando o estresse e a ansiedade.

  • Fadiga emocional: a sobrecarga de informações e a preocupação com privacidade podem levar à exaustão emocional, resultando em apatia e dificuldade para processar emoções.

  • Isolamento social: o consumo passivo e pesado de conteúdo online pode aumentar a sensação de solidão, apesar da hiperconectividade.

O grande desafio é criar uma rotina em que os mundos virtuais e reais convivam em harmonia. Não é fácil, mas é possível. E aqui vão alguns caminhos para chegarmos lá:

Faça uma dieta mental

Assim como na alimentação o indicado é consumir 80% das calorias de alimentos nutritivos e naturais e 20% de pouco nutritivos e/ou ultraprocessados, no consumo digital a gente dedicaria 80% do tempo de tela a conteúdos que agreguem valor, como artigos educativos e documentários, e 20% para entretenimento leve, como memes e vídeos virais.

Limite o tempo de tela

Estabelecer limites claros para o uso da tecnologia pode prevenir que ela domine a nossa vida. Experimente aplicativos que monitorem e limitem o tempo gasto em redes sociais, e reserve as três horas que antecedem a hora de dormir a atividades relaxantes (sem telas), o que vai contribuir e muito para o seu sono.

Estabeleça momentos off

Defina horários específicos para se desconectar. Por exemplo: estabeleça que o dia começa com meditação, leitura, música. Mas jamais com o celular, redes sociais, emails. Nas refeições, nada de telas. Tenho ao menos um momento por dia de interação real com o seus familiares, sem a "hipnose" promovida por games ou redes sociais.

Cross-Training cognitivo

Seu cérebro precisa de desafios variados, de atividades que estimulem diferentes habilidades cognitivas. Então, depois de ficar um tempo nos Stories e Reels, que tal ler um artigo mais aprofundado sobre um tema do seu interesse? Aliás, já chamou seu filho essa semana para jogar algo desafiador e divertido, fora das telas?

Essas estratégias, quando implementadas de forma consistente, podem ajudar a mitigar os efeitos do brain rot e promover uma vida digital mais saudável e equilibrada. Quer saber mais sobre o tema, aqui vão algumas sugestões:


Boas Influências para comer bem e com prazer

Boas Influências para comer bem e com prazer

Comer bem não é só uma questão de saúde, mas também de prazer e conexão. Priorizar ingredientes in natura ou minimamente processados, cozinhar a própria comida e variar o cardápio são passos simples para você revolucionar a sua rotina alimentar. Para te ajudar nessa missão, trouxemos dicas de influenciadores digitais que divulgam receitas de comida boa, nutritiva e gostosa! 

Por que priorizar alimentos in natura ou minimamente processados? 
Porque se os nutricionista e médicos tivessem que dar apenas uma dica em relação à alimentação, ela seria: "na maior parte do seu tempo, consuma alimentos naturais ou minimamente processados". São eles que trazem uma série de nutrientes que ajudam a prevenir doenças crônicas, fortalecem o sistema imunológico, melhoram a digestão e nos ajudam a manter um peso saudável.  

Por que cozinhar a própria comida? 
Cozinhar é um ato de cuidado com a própria saúde. Quando você prepara suas refeições, tem controle total sobre os ingredientes e o modo de preparo, evitando o excesso de açúcar, sal, gorduras ruins e aditivos químicos. Além disso, cozinhar pode ser um momento de criatividade, relaxamento e até de socialização com a família. 

Por que variar o cardápio? 
Um cardápio variado garante que você receba todos os nutrientes que o corpo precisa para funcionar bem. Uma dieta restritiva pode levar à deficiência de nutrientes e tornar as refeições monótonas. Experimente novas receitas, combinações e sabores – a diversidade é o segredo para uma alimentação saudável e deliciosa. 

Influenciadores que inspiram a comer bem 
Eles mostram que é possível comer bem sem abrir mão do prazer, com receitas práticas e dicas para aproveitar os melhores ingredientes. 

Mica Charlone  
Mica acredita que alimentação saudável não precisa ser rígida. Seu perfil é repleto de dicas descontraídas e receitas criativas – especialmente para veganos e vegetarianos. Aliás, nesse perfil, o tofú é rei!

Monica Wagner  
Nutricionista, Monica compartilha receitas práticas e muito gostosas. Os destaques são os doces – mas não espere redução de calorias, o foco aqui é o uso de ingredientes nutritivos. 

Beto Auge  
Chef apaixonado por "comida de verdade", Beto mistura técnicas de alta gastronomia com simplicidade. O que brilha aqui são receitas bem fáceis de preparar, mas que dão aquela emoção ao cardápio do dia a dia. 

Gigi Vilela 
Com foco em comida afetiva e saudável, Gigi mostra como transformar refeições simples em experiências deliciosas. Destaque para as saladas, bowls e sanduíches de dar água na boca. Curte uma dieta mediterrânea? Essa é a pegada por aqui.

Boas influências também para os pequenos 
Incluir opções nutritivas desde cedo é um presente que você dá à saúde das crianças. Além disso, apostar em alimentos naturais e evitar açúcar em excesso ajuda a formar o paladar e criar uma relação positiva com a comida para a vida toda. 

Garfinho App 
A aplicativo Garfinho oferece cardápios personalizados de acordo com a idade, preferências e necessidades nutricionais dos pequenos, além de dicas de introdução alimentar e receitas práticas. No Instagram, eles compartilham receitas leves e nutritiva para a introdução alimentar. 

Comidinhas de Diana  
Diana é mãe e criadora de conteúdos focados em alimentação infantil saudável, mas sem neuras. Com dicas práticas e receitas como o muffin de espinafre e queijo, que os pequenos adoram. 

Você passa boa parte do dia sentado?

Você passa boa parte do dia sentado?

Então sua saúde corre riscos – sim, até a sua, que se exercita regularmente. Isso porque uma coisa é ser ativo, ou seja, praticar os tais 150 minutos por semana de atividade física moderada. E outra é apresentar um comportamento sedentário, que se refere ao tempo que passamos em atividades de baixo gasto energético, como estar sentado. 

Mas quantas horas por dia sentado já seriam prejudiciais? Ainda não há um consenso entre os especialistas. Mas sabe-se que a prática regular de esportes não consegue compensar totalmente 10 horas sentado, por exemplo. E de que riscos estamos falando? 

  • Doenças Cardiovasculares;

  • Obesidade e diabetes tipo 2; 

  • Perda de massa muscular e densidade óssea; 

  • Depressão e ansiedade devido à falta de movimento. 

Como compensar esse tempo sentado? São duas as alterativas:

1- Treinando muito acima da recomendação da OMS. Estudos indicam que se você treinar por 1h30 ou mais por dia, o comportamento sedentário não traria grandes prejuízos. Mas, na boa, quantas pessoas conseguem fazer isso?

2- Com os snacks de exercícios! Estamos falando de pequenas sessões de exercícios vigorosos durante intervalos no trabalho, como subir escadas ou fazer polichinelos, agachamentos etc. Você deu risada? Calma: este seria o ideal, mas todo movimento conta. Então também vale: 

  • Andar enquanto fala ao telefone; 

  • Levantar-se para beber água de hora em hora (é bem melhor que já deixar aquela garrafona de água na mesa);

  • Sempre que possível, ir até a mesa do colega para alinhar um ponto (ou subir e descer escadas aleatoriamente mesmo);

  • Almoçar em lugares para os quais você pode ir andando. 

Nos dias em que isso for inviável, tente ficar alguns minutos em pé de hora em hora. Embora não ofereça todos os benefícios do movimento ativo, pode melhorar a circulação sanguínea e aliviar a tensão muscular. 

Resumindo: não adianta treinar alguns dias na semana se no resto do tempo você fica trabalhando sentado ou relaxando no sofá, sem pausas. O lance é incorporar pequenas doses de movimento ao longo do dia.

Quer mergulhar no assunto? Selecionamos excelentes artigos sobre o tema. Basta clicar na imagem para ler!